
A Polícia Civil tem provas de que os assassinos da vereadora do Psol Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Pedro Gomes, fazem parte dos quadros da Secretaria de Segurança Pública do Rio. Ocorrido em 14 de março de 2018, o crime teria sido cometido por servidores excluídos da pasta e por pessoal da ativa. Segundo fontes do governo, os criminosos fazem parte do grupo conhecido como 'Escritório do crime' e foram contratados via Deep Web, zona da internet onde o usuário tem mais facilidade para manter o anonimato e, assim, cometer crimes. Os investigadores apelidaram esse espaço de 'Deep Web do crime'.
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