
O governo Bolsonaro mantém executivos de gestões anteriores em cargos estratégicos. Um exemplo é Roberto Travassos, atualmente assessor da diretoria técnica responsável pelo projeto de Angra 3, cujas obras foram paralisadas por denúncias de corrupção. O aval para que Travassos fosse promovido foi de Leonam dos Santos Guimarães, atual presidente e diretor-técnico da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras e sob o comando do Ministério de Minas e Energia.
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